quinta-feira, 21 de maio de 2015

Dica cultural: literatura

http://koinonia.org.br/noticias/livro-conta-historia-da-luta-de-mulheres-negras-rurais-por-igualdade/4270

       Ana Gualberto é a organizadora desta obra que destaca a luta de mulheres negras - residentes no Sul da Bahia - contra o patriarcalismo. Clique aqui. 

sábado, 9 de maio de 2015

Reflexão

https://medium.com/cuepoint/when-purple-rain-came-falling-down-2f0babc363b9

“Chega um momento em que precisamos de uma certa chamada
quando o mundo deverá se juntar como um só
Há pessoas morrendo
oh, e é hora de dar uma mão para a vida
o maior presente de todos
Nós não podemos continuar fingindo todos os dias
alguém, de alguma forma, em breve irá fazer uma mudança
nós somos todos uma parte da grande família de Deus
e a verdade, você sabe que o amor é tudo que precisamos
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
nós somos aqueles que criamos um dia mais brilhante
então vamos começar a dar
há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade que nós vamos criar um dia melhor
só você e eu
Bem, mande a eles o seu coração
para que eles saibam que alguém se importa
e suas vidas serão mais fortes e livres
como Deus tem nos mostrado
transformando pedra em pão
e por isso todos devemos dar uma mãozinha..."
 
     A canção We Are The World é de autoria de Michael Jackson e Lionel Richie. Ela foi gravada em janeiro de 1985 por 45 cantores norte-americanos com o objetivo de arrecadar dinheiro para combater a fome na África. RELEMBRE ASSISTINDO O CLIPE.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Aniversariantes de maio

http://apaixonadosporgifs-liza.blogspot.com.br/2012/05/gifs-animados-de-fogo-gif-de-fogo-aceso.html


SOLANGE: 3
NILCINEIA: 5
LUCIANO: 22

Feliz aniversário!

sábado, 25 de abril de 2015

Cultura

http://alc-noticias.net/bp/2015/04/17/memorias-ecumenicas-protestantes/


     "Esta obra coletiva, organizada pelo cientista da religião Zwinglio Dias, vinculada ao Projeto Marcas da Memória, do Ministério da Justiça, é uma contribuição singular à historiografia do período da ditadura civil-militar. Trata-se de...". LEIA MAIS

http://cebi.org.br/noticias.php?secaoId=1&noticiaId=5588

     "Em meio às recentes manifestações sociais ocorridas no Brasil, a Verbo Filmes, que sempre esteve presente nas lutas e causas sociais, volta a divulgar um documentário que pode ajudar a população brasileira a se conscientizar política e socialmente sobre "O Brasil que queremos”. Trata-se de um documentário sobre...". LEIA MAIS

terça-feira, 21 de abril de 2015

A maldição: questão de fé, circunstância ou influência

     “Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede bênção e maldição”. Esse trecho do livro de Tiago (3:8-10), junto com outras passagens bíblicas, incita a polêmica sobre a existência ou inexistência da maldição na vida das pessoas.


Charge extraída de http://mocidadeipi.blogspot.com.br/2010/04/bencao-ou-maldicao.html

     Quem acredita em maldição sustenta os argumentos no castigo divino para os desobedientes (Êxodo 20:5), no ato de Adão em pecar e causar o pecado na humanidade (Romanos 5:12), além de outros textos. Segundo o funcionário público Radamés Francisco Silva, “a maldição hereditária acontece desde a criação do mundo e aflige as gerações, a descendência, alguém da família”. Ele acrescenta que Noé amaldiçoou o filho Cam, resultando em uma sequencia maligna, ou seja, a maldição do povo cananeu afetou o continente africano e sua população. “A maldição também vem de pactos com o demônio. As pessoas podem se livrar dela fazendo oração e jejum com a ajuda de intercessores”, explica.

     Na própria Bíblia é possível encontrar citações que contestam a maldição, a exemplo de “o indivíduo que peca é que morre” (Ezequiel 18) e “a misericórdia de Deus se estende até mil gerações” (Deuternomômio 7:9). Na opinião do teólogo e professor Adriano Portela não existe maldição herdada, mas comportamentos autodestrutivos causados por traumas. “De repente uma mulher ouviu na infância que a vida conjugal dela seria infeliz e, quando ela casa, começa a apanhar do (a) companheiro (a). Acho que isso acontece porque essa mulher não se sente capaz de ser respeitada, então não é maldição, é um modo de agir condicionado a uma fraqueza psicológica”, garante.
     O ser humano é diverso, cada pessoa reage de modos diferentes sobre as situações. Enquanto os crédulos na maldição buscam meios para fazê-la findar, os não crédulos optam por um estilo de vida baseado na positividade.  

     Osvaldo Junior DRT BA 3612.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

JOVENS DA IEAB ESCREVEM NOTA DE REPUDIO CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL


“… Eu vos escolhi, jovens, porque sois fortes, e a Palavra de Deus está em vós…” (I João 2:14).
Nós, jovens da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB, abaixo assinados, repudiamos a decisão proferida na última terça-feira (31 de março) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados autorizando que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171/93 siga seu trâmite legislativo normal no Congresso Nacional. A PEC em questão tem como objeto reduzir a maioridade penal dos atuais 18 para os 16 anos de idade.
Em primeiro lugar, a medida em questão é constitucionalmente inviável, uma vez que compromete direitos e garantias individuais previstos na Constituição Federal de 1988, como os dos artigos 227 e 228, os quais reconhecem as crianças e os adolescentes como pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, inimputabilidade penal, e estabelecem que as medidas de responsabilização por atos infracionais devem ser específicas, não integradas ao código penal. O artigo 60 da Constituição define que é inadmissível emenda tendente a abolir esses direitos e garantias, a menos que seja convocada nova Assembleia Constituinte.
Além de desrespeitar a Constituição Federal, a proposição em questão vai contra a Doutrina da Proteção Integral do Direito Brasileiro, a qual exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada às políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa. Vai contra a Convenção sobre os Direitos da Criança e do Adolescente da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Declaração Internacional dos Direitos da Criança compromissos assinados pelo Brasil.
Ainda que diferentes interpretações doutrinárias entendam que seja possível atacar esses direitos fundamentais por meio de emenda constitucional, entendemos que a redução da maioridade penal não atinge o problema da segurança pública em seu cerne e tem, na realidade, o potencial de aumentar os índices de violência.

É importante destacar que os menores que cometem crimes violentos estão ou nas grandes periferias ou na rota do tráfico de drogas e são vítimas dessa realidade. Atualmente, roubos e atividades relacionadas ao tráfico de drogas representam 38% e 27% dos atos infracionais, respectivamente, de acordo com o levantamento da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente. Já os homicídios não chegam a 1% dos crimes cometidos entre jovens de 16 e 18 anos.